Kolinda Grabar-Kitarović, presidente da Croácia, ficou popular durante a copa do mundo de futebol || Créditos: Divulgação

Atualmente no Brasil, em uma Câmara Federal com 513 deputados, apenas 10% são mulheres. No Senado, elas representam 16% entre 81 parlamentares. Já nas câmaras municipais, há sete vereadores homens para cada mulher. As mulheres negras não chegaram a 1% de candidaturas na disputa por prefeituras nas eleições de 2016. No Congresso Nacional, não há mulheres indígenas ou trans.

Para transformar essa realidade, militantes feministas lideradas pela Mídia Ninja criaram o projeto Campanha de Mulher. Com objetivo de apoiar mulheres candidatas nas eleições de 2018 e aumentar número de mulheres nos parlamentos.

O coletivo quer juntar comunicadoras ativistas com pré-candidatas feministas, dando “suporte operativo”, – como design, fotografia, audiovisual, assessoria de imprensa, redes sociais -, para romper a falsa ideia de que mulheres não pertencem à política.

Para participar da Campanha de Mulher, as candidatas precisam estar comprometidas com pautas que influenciam a vida das mulheres diretamente, como empregabilidade, direitos reprodutivos, licença maternidade, creches, educação e políticas voltadas para as mulheres de modo geral. E como essa é uma luta para todos, homens comunicadores também podem se inscrever, desde que estejam cientes de que o foco da campanha é garantir um ambiente saudável e produtivo para mulheres. Power!

 

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